Conselho...



"Não discutas com um idiota, ele arrasta-te para o seu nivel e ganha-te aos pontos."

Em nome do amor

O amor é constantemente chamado para justificar o egoísmo, a falta de carácter, a traição, a leviandade.
Em nome do amor, mente-se. Em nome do amor, agride-se. Em nome do amor, mata-se.
O amor é usado para cobrar, para exigir, para subjugar, para torturar, para pedir.
Amam, mas ludibriam, desculpando-se com o medo de perder o objecto do seu amor...
Amam, mas magoam, maltratam, humilham, tentando depois convencer-se que é de tanto amarem, que perdem a razão.
O amor está, no entanto, bem distante de quem mente, de quem tem medo, de quem é egoísta.
Só a cobardia encontra forma para se justificar com o amor.
Ele é impaciente para se dar, persistente em se oferecer, incansável em tentar, corajoso para conseguir, inconsequente em lutar.
Dizem que é amor, mas a quem amam... não é mais do que a si mesmos.
O amor tem as costas largas.

Evasão


Mudar as fases da Lua, as estações do ano, ou o trajecto das estrelas cadentes, não depende de mim.
Não consegui evitar que morresse a árvore de que eu sou o fruto, que esmorecesse o amor que alimentava a minha vida, nem que se afastasse a amizade que dava um sorriso ao meu olhar.
São meus companheiros a solidão cercada de gente e o silêncio entre dois gritos.
O pôr-do-sol é o meu leito e o céu estrelado, a colcha que me protege.
Os meus sonhos procuram horizontes longínquos e asas imensas que me levem sobre o mar.

Como nos vemos... como somos.

Recebi há uns dias este pequeno texto e porque o acho engraçado, não resisti a transcrevê-lo. Aqui fica:

"Já aconteceu, ao olhar pessoas da sua idade, você pensar:
-Não posso estar assim tão velho(a)!!!!
Veja o que conta uma amiga:
- Estava sentada na sala de espera, para a minha primeira consulta com um novo dentista, quando observei o diploma estava pendurado na parede.
Estava escrito o seu nome e, de repente, recordei de um moreno alto, que tinha esse mesmo nome.
Era da minha classe do colégio, uns 30 anos atrás, e eu perguntava:
Poderá ser o mesmo rapaz com quem eu namorei naquela época?
Quando entrei na sala de atendimento, logo afastei esse pensamento do meu espírito. Este homem grisalho, quase calvo, gordo, com um rosto marcado, profundamente enrugado, era demasiadamente velho para ter sido o meu amor secreto.
Depois de ter examinado os meus dentes, perguntei-lhe se ele tinha estudado no Colégio Sacré Coeur.
- Sim, respondeu-me.
- Quando se formou? perguntei.
- 1965. Porque pergunta? respondeu.
- É que... bem... você era da minha classe, exclamei.
E então, este velho horrível, cretino, careca, barrigudo, flácido, filho de uma decaída, me perguntou:
- A senhora era professora de quê?"

Saber



"Somente duas coisas são infinitas: O Universo e a estupidez humana.
E não estou seguro quanto ao primeiro."

Albert Einstein