Doris Day era considerada uma pessoa com muito bom coração, muito "boazinha".A sua razão de viver era a defesa dos direitos dos animais.
onde entrava um camião cheio de galinhas.
Doris Day era considerada uma pessoa com muito bom coração, muito "boazinha".
onde entrava um camião cheio de galinhas.
seguirem o biberon, faziam-nos tanto mal que não pude deixar de pensar no que se passa em tantos lugares do Mundo em que se morre de fome.
A Guerra. Crianças que têm de acompanhar os pais durante infindáveis caminhos para fugirem à morte, que vêm cair ali ao lado, em mares de destroços e sangue e têm de fugir, sem saber porquê, para onde e com quem, perdidas entre o terror e o cheiro da morte.
crescimento, me faz sentir mais humana e ter pena dos adultos que esbanjam tanto e vivem tão virados para si e para os seus bens, que perdem a sensação maravilhosa de ajudar uma criança a crescer.
O Natal já passou e o Ano Novo já está aí mesmo à porta.
ara fazer, de roupas para estrear - como se o esquecimento do mais pequeno pormenor estragasse tão importante festa.
“A rapariguinha, completamente nua, é imobilizada na posição de sentada num banco baixo por pelo menos 3 mulheres. Uma delas com os braços, muito apertados, à volta do peito da criança; as outras duas mantêm abertas as pernas da criança à força de modo a abrirem bem a vulva. Os braços da criança são amarrados atrás das costas ou imobilizados por duas outras convidadas.
O tempo passa num instante!
"Cerca de 20% das crianças que nascem a cada ano no Brasil são filhas de adolescentes. Comparado à década de 70, três vezes mais garotas com menos de 15 anos engravidam hoje em dia.
140 Milhões de mulheres foram submetidas à MGF - Mutilação Genital Feminina, na África, Peninsula Arábica e Ásia.
Um milhão de meninas desaparecem todos os anos na Índia.
Estava a almoçar no restaurante, quando ouvi a notícia de que tinha partido Luciano Pavarotti.
Um jovem, tirou um pouco do seu tempo na net, para me desejar melhoras, num comentário ao post "Fisioterapia". É preciso viver o dia intensamente, viver tudo hoje.
São as modas, as saídas, os consumos, os relacionamentos.
Nos relacionamentos então é o egoísmo total.
Não se tem pudor em iniciar uma relação, fazer crer essa relação como forte e séria, para desmentir isso no dia seguinte. Só importa a colecção de troféus que cada um expõe e chegam a afirmar que "só tem uma mulher, quem é feio. Quem não é, tem várias, tem as que quiser".
Quem fez esta afirmação há pouco menos de 3 meses, está por aí, convencido do que diz e a fazer estragos em quem está próximo. Sofrem as consequências do seu procedimento, não só as mulheres que ele escolhe, mas os pais, os amigos e os que se vêm envolvidos sem querer.
É instantâneo o conhecer, o sair, o amar... e o descartar.
Quem tem a pouca sorte de sentir de forma diferente, tem de aguentar, recompor-se e fazer das tripas coração para continuar em frente como se nada tivesse acontecido.
"É o viver o momento como nos apetecer, sem compromisso, sem pensar no futuro", palavras de outro que também anda por aí...
Acho que são incapazes de amar a sério, de olhar os outros nos olhos e se colocar no lugar deles, são adoradores de si mesmo.
Ignoram os sentimentos, pura e simplesmente, sabe-se lá bem porquê!
Talvez mostrem amor pelo seu jipe, pela sua prancha de surf, pelos seus 3 telemóveis... Esses são seus servos silenciosos. Mas as pessoas têm o mau hábito de pensar, de agir, de se revoltar contra o seu egoismo e aí... deixam de interessar.
Só tem valor a conquista. Depois, nada já tem interesse.
É desolador ver isso, tanto nos rapazes, como nas raparigas. O narcisismo não tem sexo.
Por causa destas conclusões que temos tirado ultimamente, me surpreendeu o email, a desejar-me melhoras e preocupado em saber como aconteceu o acidente.
O meu novo amigo tem sonhos... alguns antigos, outros mais recentes.
Está à espera de começar formação profissional, pois foi um dos apanhados pelo tufão despedimentos. Enquanto isso, escreve e acaricía o seu sonho antigo.
Fui ler o seu blog e fiquei comovida com o amor que tem pelos outros.
Já sofre e ainda tem a vida toda para viver...
Enviei-lhe uma mensagem que começava assim: O amor é a força que move o ser humano. Amor a um país, a uma profissão, a uma arte, a outro ser humano.
Ter capacidade para amar, amar verdadeiramente, sempre, sem limites, sem dúvidas, sem condições, sem medir sacrifícios, sem contabilizar dádivas, é um sentimento muito belo, muito próximo de Deus.
Nem sempre se é correspondido na mesma força de amar, mas só esse sentir em si nos basta, nos preenche, nos humaniza.
O meu amiguinho sabe amar de verdade.
Saber da sua existência fez-me acreditar de novo no ser humano e nos sentimentos.
É pena que os Nunos sofram por causa dos Gonçalos, dos Paulos e dos Ricardos. Das Renatas, das Alices e das Suzanas...
Uma vez mais fico feliz por ter vivido a tempo de navegar na net. Ela trouxe-me a mensagem tão simples do Nuno, que acabei por conhecer melhor no messenger e de quem começo a ser admiradora.
Já fiz fisioterapia num hospital particular, onde não me lembro de ter ouvido uma palavra da senhora que me aplicava os panos quentes, além do "dispa-se" e "pode vestir-se", em tom seco, talvez profissional em demasia. Nunca gastou um minuto a mais comigo. Não me lembro da cara dela, sequer.
Em casa desde 12 de Setembro com uma rotura de ligamentos no pé esquerdo, começo a melhorar e a sentir necessidade de não depender dos outros para me deslocar.Marcaram-me uma ecografia e resolvi ir fazê-la já a conduzir o meu carro.
Fui à fisioterapia e de seguida entrei na auto-estrada.
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Uma camioneta de mercadorias, à minha frente, perde as duas rodas da esquerda.
Consigo escapar à primeira e sou atingida pela segunda.
Saí trémula do embate, mas sem ferimentos.
O mesmo não aconteceu ao meu carro que está na oficina desde esse dia- Dia 28 de Setembro.


Encheu-se a casa de gente bonita.





